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Posts Tagged ‘Tumá no cu’

Ode aos Fakes.

setembro 18, 2011 5 comentários

Meus caros, muitos devem ter notado como sou efusivo neste blog em debater, e sobretudo agredir aos FAKES que nos comentam. Ao certo, eh muito comum eu deixá-los com bastante ira, e ateh mesmo os deixando ser nossos maiores seguidores.

Afinal o blog eh muito mais visitado por perseguidores do que por seguidores, e nosso claro objetivo eh simplemente insultá-los, gratuitamente, na finalidade de gerar arte, humor e entretenimento.

Esse texto em si eh um convite pra algum fake estupido vir apanhar nos comentarios, naturalmente.

Mas logico, vou deixar isso muito claro, nao se trata do nosso especial leitor(a) Jonnhy, unico FAKE respeitavel por sua historia aqui nesse blog, o resto eh resto.

Esses ae fans de Michael Jackson, Os que comentam nos topicos eu odeio viado, como o caso de um babaca chamado eh nois na fita que apareceu recentemente e eh ele mesmo que quero provocar e agredir.

Mas ele nao eh o ultimo nem o primeiro. E que meu cumpadi Gafanhoto das candongas, que deus o tenha, que nao pense que eh com ele, que essa peleja aqui eh com a imbecilidade que reina na internet.

Vamos ao motivo do quixotesco comportamento que proponho; Em primeira mão, esses trolls, como popularmente ficaram conhecidos ao redor do mundo internáutico são uns merdas desocupados com sérios problemas psicológicos, e de autoestima… Eu ateh entendo, como o cara vai ter auto-estima se ele eh um merda ?

Bem, faço isso apenas com a finalidade de gerar a catarse, e o tumulto, e que venha a verborréia.

Estou com preguiça, só copiei e colei um trabalho para a cadeira de filosofia…

Bruno Dorneles da Silva

Introdução a Filosofia A – 2011/01

Profº Eros de Carvalho

 

 

O homem amoral, o psicopata, o desinteresse e a moralidade

                Para que não haja nenhum desentendimento entre os conceitos, se faz necessário analisarmos o que Thomas Hobbes entende e como ele diferencia o homem amoral do homem desinteressado pela lógica moralista.

Para o filósofo, o homem amoral seria aquele cuja existência não passa perto do círculo moral, cuja pessoa tem interesse em cultivar apenas seus próprios interesses, desconsiderando a existência do interesse alheio, e cujos fins certamente justifiquem os meios para a obtenção do que se quer. O homem amoral deve viver basicamente sem fazer juízos morais. Assim como não deve se sentir culpado, não deve culpar (ou sentir mágoa de) ninguém por nada. Além disso, ainda, o homem amoral não se considera melhor do que ninguém, já que entende que ser melhor o faria chegar a conclusão de que certas disposições e atitudes são mais valiosas ou saudáveis à sociedade. Já o homem desinteressado moralmente está mais próximo daquele que responde “Dê-me uma razão para fazer alguma coisa; nada tem sentido”, cuja existência não representa nenhum perigo para as bases racionais da moral e de quem apenas podemos esperar falas e atitudes que demonstram desesperança e a necessidade de ajuda.

Como personagem ausente do círculo moral, o verdadeiro problema imposto pela simples existência do homem amoral seria a natureza da escolha. Como se não houvessem, naturalmente, um sistema moral que independe da sociedade e da criação do ser humano. Se comprovadamente existisse, o homem amoral seria capaz de mostrar aos outros que a moral é uma escolha, e não uma regra sem exceções.  Como um parasita, o homem amoral porta máscaras que o auxiliam a viver em um mundo moral, de onde ele tira seu sustento e seus prazeres. Ele vive e reconhece o sistema moral, entende que a universalização de seu hábito tornaria a sociedade insuportável e de sobrevivência mais difícil. Como desenvolvimento máximo de sua idéia, Hobbes alega que o homem amoral seria aquele que não se importa com o bem-estar dos outros e, se isso for levado até suas últimas conseqüências, estaríamos muito próximos da imagem do serial killer. E diante deste personagem, a tentativa de trazê-lo para o círculo moral seria descabida. Alegando então a existência de outro personagem cujas ações poderiam ser consideradas amoralistas e cuja imagem estaria minimamente distante do serial killer, o filósofo chega ao gângster. Na sua imagem, Hobbes projeta o que ele acredita ser a base da moralidade, quando surgida “do nada”:

 

“Pois ele tem a noção de fazer algo por alguém, e de fazê-lo movido pelo fato de essa pessoa precisar de ajuda. Na verdade, ele trabalha com essa noção somente quando esta com vontade; mas ela não é em si mesma a noção de estar com vontade. Mesmo que ele ajude essas pessoas somente porque quer, ou porque gosta delas, e por nenhuma outra razão (não que essas excelentes razões precisem ser corrigidas), o que ele quer é ajudá-las em suas necessidades; o pensamento que lhe vem quando age assim é ‘eles precisam de ajuda’ e não ‘eu gosto deles e eles precisam de ajuda’. Essa é uma questão central: tal homem é capaz de pensas nos interesses alheios, e só não consegue ser um sujeito (parcialmente) moral porque apenas esporádica e caprichosamente se dispõe a sê-lo”

Thomas Hobbes. O homem amoral, p. 15-16.

                Mesmo entendendo uma suposta decisão quase moral do gângster, Hobbes afirma que despertar a compaixão e estendê-la para os desconhecidos não faria da imagem amoral um exemplo de moralidade, e sim apenas um domínio precário. Para o filósofo apenas a compaixão e o entendimento das necessidades do próximo não seriam suficientes para fazer que alguém adentre o campo da moralidade, mas que este modelo se presta a sugerir que, tendo compaixão, não é necessário atribuir ao personagem nenhum tipo fundamentalmente novo de pensamento ou experiência.

Chegando ao escopo de uma possível solução ao homem amoral, Hobbes argumenta que as concepções morais mais fundamentais fazem parte de uma esfera humana tão densa e enraizada que está fora do alcance humano manipulá-las ou expurgá-las em quais quer circunstâncias. Para Hobbes, a raiz da questão moral pode ser traduzida como uma teoria psicológica. Fazendo parte da natureza humana, a moralidade estaria intrinsecamente entrelaçada no futuro e nas decisões dos homens, como uma forma de controle previsto em função daqueles capazes de entendê-las.

 

Bibliografia utilizada:

 

O homem amoral – Hobbes, Thomas

O básico da filosofia – Warburton, Nigel

Coringa, a figura do maldito

     A Sociedade, enquanto um único indivíduo, rege uma série de conceitos que refletem no indivíduo singular, célula do corpo regente. Como resultado de um padrão tecido pela maioria, em uma lógica de natureza democrática, a massa passa a responder de forma similar entre seus iguais, formulando assim uma cadeia de comportamentos que são distribuídos entre seus habitantes para que cada célula cumpra um determinado papel dentro do todo. Muitos cumprem papeis comuns e alguns até chegam a cumprir papeis de subversão. Mas são os mais afortunados (e, por assim dizer, amaldiçoados) que sobram papeis cuja função é a de questionar o sistema de funções. E uma teoria que pode parecer com uma incitação a qualquer tipo de radicalização socialista ou anarquista, se transporta a uma realidade cuja regra máxima de valor deriva da palavra “indiferença”, pois apenas aqueles capazes de serem alheios a qualquer tipo de ideologias, aqueles capazes de optar pelo estado pleno do meio, que enxergam o mundo através de um véu de mediocridade, são capazes de fazer quaisquer perguntas que carreguem em si a ínfima chance de receber uma resposta cuja essência derive de qualquer verdade. Quase como servindo de exemplo, Jostein Gaarden² elabora a figura do nosso maldito: a figura do Coringa. Dentre tantas cartas QUASE iguais, entre rainhas e copas e reis quase iguais, existe em todo o baralho apenas um coringa. Apenas uma carta destinada ao papel do personagem que consegue ser o salvo-conduto de todo o barulho, a peça que carrega consigo a habilidade de reavaliar decisões e remedir chances de vitória. Por fim, o único papel capaz de virar o jogo, a favor de quem? Não sabemos…

     Como bônus ao cumprimento de seu papel, o Coringa é aquele a quem foi reservado o direito de ser indivíduo (individual). A quem foi prenotada a liberdade de construção de um lugar incomum à cidade da massa. E sob a vista de ninguém, nem mesmo a de Deus, ele o faz. Constrói para si, usando o conhecimento coletivo, uma cidade que apenas ele reconhece. Um exercício comodista e apático, características obrigatórias para a construção de uma cidade cujas ruas convergem em apenas um fim: o sentido dado pelo criador. Um exercício onde o homem se faz capaz de experimentar o verdadeiro poder da onipotência divina.

Quem precisa de um Tiririca quando temos o Jair Bolsonaro?!

maio 7, 2011 3 comentários

O deputado federal Jair Bolsonaro do Partido Progressista do Rio de Janeiro, diz que o próximo passo do STF será a legalização da pedofilia. Ele afirma isso como crítica à decisão do STF de ter reconhecido a união estável entre homossexuais.

Interessante não? Colocar a escolha de um parceiro sexual diferente da lógica “homem/mulher” ao lado da pedofilia.

O que mais esperar de uma pessoa que diz publicamente ser a favor da tortura “pro cara abrir o bico” e pensa que somos seres instintuais – pois quem acredita que o “núcleo familiar” deve ser composto unicamente por um homem e uma mulher, só pode estar vinculado a um posicionamento biologizante, ou então à idéias aristotélicas acerca da incompletude feminina, que esperaria a “bondade” de um homem para se ver “perfeita”.

Talvez eu esteja superestimando nosso caro político ao considerar que ele reflita sobre essas coisas. Então, acho simplesmente que deve haver um posicionamento militar: leia-se regido por regras inquestionáveis que eu não sei de onde vêm.
Sim, ele próprio é adepto de um regime militar no Brasil. Grande! Aplausos! É uma verdadeira PIADA!
Afinal de contas, quem precisa do palhaço tiririca quando temos o bolsonaro?

Quando muita se fala e pouco se faz

fevereiro 9, 2011 2 comentários

Apesar do título, este texto não tem por objetivo angariar odes de horror contra a hipocrisia básica daquelas pessoas que falam, falam mas que não agem.

Acontece que, em Porto Alegre, aumentaram o valor da passagem urbana de R$ 2,45 para R$ 2,70. Acontece que fizeram passeatas por causa disso e acontece que está chovendo e o ócio come meus órgãos…

Uma coisa que me deixa curioso sobre essas passeatas de protesto é que as pessoas me deixam claro que elas ainda acreditam que passeatas adiantam de algo… Vocês já perceberam? As tentativas, falhas umas atrás das outras, ainda não as ensinaram que até mesmo o poder público brasileiro já desistiu de aplicar mudanças de maneira plana e branda. Nossa última lei aplicada ao trânsito: Lei Seca. Ela é simples e clara: pegou sujeito mamado? vai preso! (o.k. sabemos que a teoria é linda e a prática é torta, mas o que quero deixar claro aqui é a pretensão). O poder público está nos deixando claro que, até para eles, a tolerância tem que ser ZERO.

Tolerância para que? No final das contas, a tolerância te deixa com a cara que você já tem: um povo acomodado que não faz. E quando faz, não muda nada! É um ciclo vicioso que, se vocês ainda não perceberam, só os puxa cada vez mais para baixo. Mas porque ser contra a tolerância? não é assim que nos tornarmos bárbaros? não seria com o fim da tolerância o começo do caos público? pois é que seria! mas do que a ordem tem vos adiantado?

A alguns tempos atrás, a Carris (nossa querida empresa de transporte público porto-alegrense) alegava que não existia possibilidade de aumentar a frota de ônibus do bairro Restinga, em Porto Alegre. E vocês sabem que bastaram dois ônibus queimados para que eles aumentassem a frota consideravelmente? A acomodação da empresa, sentada em seu trono de monopólio, não faz mais do que o correto para seus negócios: aumentam os preços e mantém a “qualidade” do que já tem, afim de cobrir um suposto aumento de gastos e um possível aumento nos lucros. Não podemos culpá-la por tomar uma decisão que faz bem aos negócios. Isso seria como esperar que você não possa vender seu carro por que você dá carona a um colega de emprego. O interesse maior é do dono, o carona e sua vida não fazem parte dos problemas do proprietário, como a vida dos usuários não faz parte dos problemas da vida dos donos da Carris. Não sejamos TÃO hipócritas: vamos aceitar que eles tem o direito de tomar decisões que julguem o melhor para seus negócios.

Por que a partir do momento que admitimos sua liberdade de aumentar os preços das passagens, podemos admitir nossa liberdade de fazermos o que bem entendermos nas ruas. Se quisermos queimar um ônibus ou dois, só para lembrá-los que se pretendem aumentar os preços, que ao menos nos ofereçam um serviço de maior qualidade ou nos justifiquem de outros meios o aumento das passagens!

A verdade é que hoje em dia temos discursos tão inflados sobre amor, paz e sociedade, que esquecemos que todos nós temos um médico e um monstro dentro de nós. Tentamos cada dia mais trancafiar um monstro quando, na verdade, deveríamos doutriná-lo para que possa ser usado para o nosso bem-querer. Acho que já podemos parar de fingir que somos civilizados quando sabemos que nossa civilidade só o que faz é arriar nossas calças para meter os punhos no nosso cu, né?

Mas no final, não esperem de mim a iniciativa para nos erguermos e queimarmos algo. Não faço isso e não é assim que eu coopero para que um dia vocês deixem de ser a merda que vocês são. O meu trabalho, o que eu faço para cooperar com a causa de uma sociedade com a qual eu minimamente me importo, é escrever. Na esperança de despertar em vocês algo que eu tenho desperto em mim, e que a mim faz muito bem. Libertem seus demônios e usem sua fúria para fazer algo mais do que falar e ver suas opiniões sendo destroçadas no momento que um prefeito sansiona uma lei.

Como já dizia o sábio V: não é o povo que deve temer seu governo, é o governo que deve temer seu povo.

Sobre a inutilidade. (teclado fodido)

Umberto Eco alertou-me em um de seus textos de que a literatura eh por si soh a arte de escrever textos sem finalidade pratica, uma utilidade especifica, mas sim algo que se escreve, segundo ele, por deleite, elevacao espiritual, ou mesmo por divertimento. Diferente de um horario de trens ou de uma placa de sinalizacao, que possuem por si um especifico sentido de utilidade.

As outras formas de arte penso de uma profunda inutilidade. Arquitetura pra qualquer engenheiro eh frescura.

Musica, nao consigo definir uma utilidade especifica para ela, embora ela possa ser usada em muitas situacoes sociais, mas nao eh por isso que ela eh feita, ela nao tem um motivo especifico de existir. Acham uma utilidade depois que a coisa existe, mas a inutilidade original eh completa.

Mesmo os desenhos, artes visuais, por si soh, quando nao com finalidades naturalistas, e mesmo assim depois da invencao da foto, tornou-se uma completa inutilidade.

A religiao nos tempos de metodo cientifico nao tem mais utilidade senao pra o mundo nao virar uma suruba mais do que esta.

O espiritismo, me parece algo realmente inutil. Porque mesmo se for fato todas as crendices em torno do assunto, mesmo assim, se fossem eventos de ordem natural observaveis pela luz do metodo cientifico, mesmo assim, seria uma ciencia inutil e naufragada.

Seria mais facil escrever poesia nas normas da abnt do que um espiritismo cientifico.

Esse teclado sem acento eh uma bosta. Eu odeio escrever errado. Parece que nao sou eu que escrevo, mas que estou recebendo uma entidade, nao cientifica eh claro.

Ciencia de cu eh rola. Cientista tem de entender que ele eh util, diferente da inutilidade que apaixona os homens.

A arte, a poesia e o misticismo, nao podem ceder ao rigor do metodo academico, que nao permite lagrimas ou mesmo emocoes.

Antes de realizar um experimento espirita eh necessario orar, enquanto que o metodo cientifico normal eh contra oracao.

Nem por isso, os inuteis deixam de ter seu valor. A poesia tem o seu espaco na vida.

Eu nao posso mudar o que passou, mas posso planejar o que passara.

Jesus, eh um nome muito bonito.

Por toda inutilidade que reina no cosmos. Poeiras do alem, materialismo seculares, transcedentalismos utopicos, socialismos de botecos, eu vos envoco…. ocupai as mentes dos estudantes, preenchei os folhetins dos doutrinados, arrolarei seus versos pelas marchas populares, deixe o povo cantar nossa ideologia, nossa crenca, nossa rebeldia ao metodo util.

Queremos nao crer no possivel, queremos exatamente  eh saber que no impossivel estamos crendo, porque assim, reconhecemos-nos impossiveis; Quem sabe, impossibilitados.

A inutilidade eh como olhar pras nuvens e procurar reconhecer nelas formas de seus adornos, a subjetividade impera nos criterios aleatorios de cada visao.

O ateismo por si soh, ao meu ver, eh a coisa mais inutil do mundo.

Porque alguem pode crer em nao crer ? Definitivamente o melhor seria ignorar as crencas alheias e entender que nao ha sentido em degladiar-se com elas, tampouco julgar os que dela partilham. Por outro lado, eh importante que se lembre sempre, que… que… esqueci….

A utilidade eh a ciencia, que tem metodo cientifico. O capitalismo, e seu sistema financeiro, muito util.Os servicos publicos, embora maus prestados, muito uteis.Mas o resto nao.

O que nao da lucro eh inutil. O lucro eh sinonimo de utilidade. Quando se diz que fulano eh um inutil, eh que ele nao consegue dar lucro.

Lucro em qualquer especie ou rotulo.

Por onde andara o meu amigo gafanhoto ? de tantas guerras inuteis.

Em busca da prova sem metodo.

Eu vos brindo a inutilidade, meus caros comparsas.

 

 

Os signos Extraordinarios.

Meu teclado aqui nao tem acento, nem cedilha, nem um monte de coisa que estao tentando abolir do nosso idioma, e mesmo os que gostam de bem pratica-lo ficam impedidos por limitacoes de estrutura.

Maldito fabricante, merda de fornecedor.

O que interessa hoje eh que vim falar de signos. Sim astronomia eh uma grande verdade aonde esse blog pode estacionar alem do moralismo que ira resgatar os valores de pureza da familia brasileira.

Eu resolvi pesquisar o signo de personalidades famosas da historia humana e eis o que encontro :

Aries -Chico Xavier, Xuxa

Touro – Hitler, Sarney, Saddam Hussein, Fausto Silva

Gemeos – Nao encontrei ninguem.

Cancer – Rodrigo Nunes de Souza, George W Bush, Julio Cesar, Alexandre o Grande.

Leao – Napoleao , Fidel Castro

Virgem – Paulo Coelho

Libra- Amaury Jr e Peleh

Escorpiao- Lula e Mahmoud Ahmadinejad

Sagitario – Stalin, Silvio Santos ,Curchill

Capricornio – Jesus

Aquario – Edir Macedo

Peixes- Pedro de Lara

Aproveito aqui para parabenizar nossa colega de blog MARCELA SANTOS, que conseguiu passar no vestibular de medicina.

Abs a todos.