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Ode aos Fakes.

setembro 18, 2011 5 comentários

Meus caros, muitos devem ter notado como sou efusivo neste blog em debater, e sobretudo agredir aos FAKES que nos comentam. Ao certo, eh muito comum eu deixá-los com bastante ira, e ateh mesmo os deixando ser nossos maiores seguidores.

Afinal o blog eh muito mais visitado por perseguidores do que por seguidores, e nosso claro objetivo eh simplemente insultá-los, gratuitamente, na finalidade de gerar arte, humor e entretenimento.

Esse texto em si eh um convite pra algum fake estupido vir apanhar nos comentarios, naturalmente.

Mas logico, vou deixar isso muito claro, nao se trata do nosso especial leitor(a) Jonnhy, unico FAKE respeitavel por sua historia aqui nesse blog, o resto eh resto.

Esses ae fans de Michael Jackson, Os que comentam nos topicos eu odeio viado, como o caso de um babaca chamado eh nois na fita que apareceu recentemente e eh ele mesmo que quero provocar e agredir.

Mas ele nao eh o ultimo nem o primeiro. E que meu cumpadi Gafanhoto das candongas, que deus o tenha, que nao pense que eh com ele, que essa peleja aqui eh com a imbecilidade que reina na internet.

Vamos ao motivo do quixotesco comportamento que proponho; Em primeira mão, esses trolls, como popularmente ficaram conhecidos ao redor do mundo internáutico são uns merdas desocupados com sérios problemas psicológicos, e de autoestima… Eu ateh entendo, como o cara vai ter auto-estima se ele eh um merda ?

Bem, faço isso apenas com a finalidade de gerar a catarse, e o tumulto, e que venha a verborréia.

Depoimento de Amanda Gurgel. E resposta.

O famoso trecho de Hamlet.

Ato III

Cena 1Comentário

(…)

POLÔNIO

Você fica aqui, Ofélia. (Ao Rei.) E se apraz

A Vossa Graça, nos escondemos ali.

(Pra Ofélia.) Você lê este breviário

Pra que o exercício espiritual

Dê algum colorido à tua solidão.

Vamos ser acusados de coisa já tão provada;

Com um rosto devoto e alguns gestos beatos,

Açucaramos até o demônio.

REI

(À parte.) Oh, como isso é verdade!

que ardente chicotada em minha consciência é esse discurso.

A face da rameira, embelezada por cosméticos,

Não é mais feia para a tinta que a ajuda

Do que meu feito pra minha palavra mais ornamentada.

Oh, fardo esmagador!

POLÔNIO

Ele vem vindo. Vamos nos retirar, senhor.

(Saem Polónio e o Rei.)

HAMLET

Ser ou não ser eis a questão.

Será mais nobre sofrer na alma

Pedradas e flechadas do destino feroz

Ou pegar em armas contra o mar de angústias –

E, combatendo-o, dar-lhe fim? Morrer; dormir;

Só isso. E com o sono – dizem – extinguir

Dores do coração e as mil mazelas naturais

A que a carne é sujeita; eis uma consumação

Ardentemente desejável. Morrer – dormir –

Dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo!

Os sonhos que hão de vir no sono da morte

Quando tivermos escapado ao tumulto vital

Nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão

Que dá à desventura uma vida tão longa.

Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo,

A afronta do opressor, o desdém do orgulhoso,

As pontadas do amor humilhado, as delongas da lei,

A prepotência do mando, e o achincalho

Que o mérito paciente recebe dos inúteis,

Podendo, ele próprio, encontrar seu repouso

Com um simples punhal? Quem agüentaria fardos,

Gemendo e suando numa vida servil,

Senão porque o terror de alguma coisa após a morte –

O país não descoberto, de cujos confins

Jamais voltou nenhum viajante – nos confunde a vontade,

Nos faz preferir e suportar os males que já temos,

A fugirmos pra outros que desconhecemos?

E assim a reflexão faz todos nós covardes.

E assim o matiz natural da decisão

Se transforma no doentio pálido do pensamento.

E empreitadas de vigor e coragem,

Refletidas demais, saem de seu caminho

Perdem o nome de ação. (Vê Ofélia rezando.)

Mas, devagar, agora!

A bela Ofélia!

(Para Ofélia.) Ninfa, em tuas orações

Sejam lembrados todos os meus pecados.

OFÉLIA

Meu bom senhor, como tem passado todos esses dias?

HAMLET

Lhe agradeço humildemente. Bem, bem, bem.

OFÉLIA

Meu senhor, tenho comigo umas lembranças suas

Que desejava muito lhe restituir.

Rogo que as aceite agora.

HAMLET

Não, eu não;

Nunca lhe dei coisa alguma.

OFÉLIA

Respeitável senhor, sabe muito bem que deu;

E acompanhadas por palavras de hálito tão doce

Que as tornaram muito mais preciosas. Perdido o perfume,

Aceite-as de volta; pois, pra almas nobres,

Os presentes ricos ficam pobres

Quando o doador se faz cruel.

Eis aqui, meu senhor. (Dá os presentes a ele.)

HAMLET

Ah, ah! Você é honesta?

OFÉLIA

Meu senhor?!

HAMLET

Você é bonita?

OFÉLIA

O que quer dizer Vossa Senhoria?

HAMLET

Que se você é honesta e bonita, sua honestidade não deveria admitir qualquer intimidade com a beleza.

OFÉLIA

Senhor, com quem a beleza poderia ter melhor comércio do que com a virtude?

HAMLET

O poder da beleza transforma a honestidade em meretriz mais depressa do que a força da honestidade faz a beleza se assemelhar a ela. Antigamente isso

era um paradoxo, mas no tempo atual se fez verdade. Eu te amei, um dia.

OFÉLIA

Realmente, senhor, cheguei a acreditar.

HAMLET

Pois não devia. A virtude não pode ser enxertada em tronco velho sem pegar seu cheiro. Eu não te amei.

OFÉLIA

Tanto maior meu engano.

HAMLET

Vai prum convento. Ou preferes ser geratriz de pecadores? Eu também sou razoavelmente virtuoso. Ainda assim, posso acusar a mim mesmo de tais coisas que talvez fosse melhor m

era um paradoxo, mas no tempo atual se fez verdade. Eu te amei, um dia.

OFÉLIA

Realmente, senhor, cheguei a acreditar.

HAMLET

Pois não devia. A virtude não pode ser enxertada em tronco velho sem pegar seu cheiro. Eu não te amei.

OFÉLIA

Tanto maior meu engano.

HAMLET

Vai prum convento. Ou preferes ser geratriz de pecadores? Eu também sou razoavelmente virtuoso. Ainda assim, posso acusar a mim mesmo de tais coisas que talvez fosse melhor minha mãe não me ter dado à luz. Sou arrogante, vingativo, ambicioso; com

mais crimes na consciência do que pensamentos para concebê-los, imaginação para desenvolvê-los, tempo para executá-los. Que fazem indivíduos como eu rastejando entre o céu e a terra? Somos todos rematados canalhas, todos! Não acredite em nenhum de nós. Vai, segue pro convento. Onde está teu pai?

OFÉLIA

Em casa, meu senhor.

HAMLET

Então que todas as portas se fechem sobre ele, pra que fique sendo idiota só em casa. Adeus.

OFÉLIA

(À parte.) Oh, céu clemente, ajudai-o!

HAMLET

Se você se casar,

minha mãe não me ter dado à luz. Sou arrogante, vingativo, ambicioso; com

mais crimes na consciência do que pensamentos para concebê-los, imaginação para desenvolvê-los, tempo para executá-los. Que fazem indivíduos como eu rastejando entre o céu e a terra? Somos todos rematados canalhas, todos! Não acredite em nenhum de nós. Vai, segue pro convento. Onde está teu pai?

OFÉLIA

Em casa, meu senhor.

HAMLET

Então que todas as portas se fechem sobre ele, pra que fique sendo idiota só em casa. Adeus.

OFÉLIA

(À parte.) Oh, céu clemente, ajudai-o!

HAMLET

Se você se casar,

leva esta praga como dote:

Embora casta como o gelo, e pura como a neve, não escaparás

À calúnia. Vai pro teu convento, vai. Ou,

Se precisa mesmo casar, casa com um imbecil. Os espertos sabem muito bem em que monstros vocês os transformam. Vai prum conventilho, um bordel: vai – vai depressa! Adeus.

OFÉLIA

Ó, poderes celestiais, curai-o!

HAMLET

Já ouvi falar também, e muito, de como você se pinta. Deus te deu uma cara e você faz outra. E você ondula, você meneia, você cicia, põe apelidos nas criaturas de Deus, e procura fazer passar por inocência a sua volúpia. Vai embora – chega –

foi isso que me enlouqueceu.

Afirmo que não haverá mais casamentos. Os que já estão casados continuarão todos vivos – exceto um. Os outros ficam como estão. Prum bordel – vai! (Sai.)

OFÉLIA

Ó, ver tão nobre espírito assim tão transtornado!

O olho, a língua, a espada do cortesão, soldado, sábio,

Rosa e esperança deste belo reino,

Espelho do gosto e modelo dos costumes,

Admirado pelos admiráveis – caído assim, assim destruído!

E eu, a mais aflita e infeliz das mulheres,

Que suguei o mel musical de suas promessas,

Vejo agora essa razão nobre e soberana,

Descompassada e estridula como um sino rachado e rouco.

E coisa consagrada:

A loucura dos grandes deve ser vigiada.

(Saem.)

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Alguem ainda não tinha lido esse clássico ? Se não entenderam algum trecho só perguntar que eu ajudo. Abs.

Homus Economicus

março 22, 2011 7 comentários

Se você é uma pessoa que gosta de curtir a vida e sair com os amigos de vez em quando, como eu, pode se assustar com essa conta que pensei outro dia e que tem até me ajudado a parar de fumar. 
A última coisa que quero aqui é entrar em méritos morais sobre como cada pessoa leva sua vida. O que pretendo mesmo é pensar financeiramente, pois pode ser útil. Também não sou nenhum matemático, então pensei em uma conta relativamente baixa e simples:

– Todo mundo merece sair ao menos uma vez na semana e ir a algum lugar – esses geralmente cobram entrada. Nesse lugar, você ainda bebe. Então, pensemos que se você sair apenas uma vez na semana, pagar 10 reais para entrar e consumir umas 4 a 5 cervejas, você gasta em média RS 40,00 (conheço gente que gasta R$ 100,00 por noite e mais de uma vez na semana);

-Se você é um cara que fuma, como eu, pensemos numa carteira de 4 reais por dia (visto que você pode fumar menos, mas pode escolher uma carteira mais cara, ou então, no fim de semana, um monte de amigos fumam do seu cigarro).

Só isso! Quero me ater somente nessas três coisas: entrada de festa (10 reais é barato hein), cigarro (cigarro mais ou menos) e cerveja (sem incluir outras bebidas).

Por mês, você irá gastar R$ 120,00 em cigarro e R$ 160,00 em cerveja e entradas. Somando dá: R$ 280,00. Barato? Acho que não.

Multiplicando por 12 meses a conta sobe para R$ 3.160,00 por ano. Em 5 anos, você pode comprar um carro (R$ 15.800,00)! Melhor do que isso, se esse dinheiro for investido em bolsa de valores, pode aumentar exponencialmente.

Pensemos assim: ninguém vai ficar 5 anos sem dar umas saídas, mas quando não o fizer poderia se recompensar se dando essa grana não gasta, não é?

Isso tudo pode significar um grande prazer, condordo, mas estive pensando seriamente em testar essa economia. Enfim, a questão aqui é só compartilhar o óbvio que a gente não vê. No final das contas, isso é o que Bourdieu chama de poder simbólico: uma reprodução sem conhecimento, ou nas suas próprias palavras, “restituir à doxa seu caráter paradoxal”.

O privado e a privada

março 7, 2011 6 comentários

Falou o velho rabugento no balcão do bar:

– Morre mais gente no trânsito do que na guerra, tem mais tiro aqui do que no Iraque… Por outro lado, tem muita coisa boa acontecendo: eleições democráticas, convivência entre os diferentes… alguns… mas eu não entendo o porquê de ficarem falando desses programas que os caras passam tempos presos, sem sair, convivendo com outras pessoas e várias câmeras ligadas pra mostrar um pouco da privada vida de cada um. Cada um conquista seu próprio reino e o centro do castelo é seu próprio umbigo. Quem é que vai se importar com a vida lá fora se cá, na privada, todos estão a salvos? A salvos? Eu diria melhor: todos estão privados como a merda que desce ao esgoto, pois assim, o cheiro tenta ser camuflado, jogado pra debaixo da terra! Ah, mas sempre volta alguma coisa… há de voltar!

– Ei rapá! Tu ta falando daqueles programas da TV? Ou daquela história dos mineiros? (Disse o balconista).

– Eu dizia que cada um está sentado na sua própria privada. O desconforto é tão grande por não se ter ninguém por perto e não saber o que o resto da humanidade faz, que todos sentem um desejo enorme de saber se o privado de cada um fede tanto quanto o seu. Privados estão de viver e não sabem por quê. Tentador é achar um culpado pra matá-lo, engoli-lo e jogá-lo no ralo, mas esse culpado ninguém vê. Nenhum olho enxerga sua própria retina.

Atropelou e saiu correndo.

fevereiro 27, 2011 2 comentários

Olha que coisa de maluco, o cara resolveu ficar com ódio dos bicicleteiros e passou por cima de todos tipo assim GTA mesmo; Oh louco meu.

O pessoal está querendo crucificar o indivíduo em praça pública e também não é pra menos, brincadeira de mau gosto tem limite.

por outro angulo;

A culpa é desses jogos de videogame que agora ensinaram ao brasileiros a fazerem isso.

Que coisa gozada. Ele pode perder o direito de dirigir e ainda pode receber um processo criminal.

Agora, bicicleta não é um transporte muito bom não, o melhor mesmo é carro e com ar condicionado, porque é muito mais confortável.

Bicicleta inclusive devia ser proibido na rua, deixar só carro mesmo passar. E passeio assim só deveria ser permitido com autorização do poder publico e escolta da segurança, um processo maior do que no motorista que perderá sua habilitação, é contra quem organizou esse programa sem sequer comunicar as autoridades o evento.

O loco meu… Vou jogar o meu GTA aqui de verdade mesmo. Que na vida real isso não tem a menor graça, só é divertido no mundo virtual.

Os segredos da felicidade.

fevereiro 24, 2011 3 comentários

“Com a felicidade acontece o mesmo que com a verdade: não se possui, mas está-se nela. Sim, a felicidade não é mais do que o estar envolvido, reflexo da segurança do seio materno. Por isso, nenhum ser feliz pode saber que o é. Para ver a felicidade, teria de dela sair: seria então como um recém-nascido. Quem diz que é feliz mente, na medida em que jura, e peca assim contra a felicidade. Só lhe é fiel quem diz: fui feliz. A única relação da consciência com a felicidade é o agradecimento: tal constitui a sua incomparável dignidade.” Theodore Adorno.

Como saber se somos felizes ? Posso saber se fui feliz ontem. E isso bastaria. Mas quais os segredos da felicidade? Afinal, o que é felicidade ?

WIKIPEDIA;

“A felicidade é uma gama de emoções ou sentimentos que vai desde o contentamento ou satisfação até a alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem ainda o significado de bem-estar ou paz interna. O oposto da felicidade é a tristeza.

Existem diferentes abordagens ao estudo da felicidade e das suas causas, abordagens estas que têm sido usadas pela filosofia, pelas religiões e pela psicologia. O homem sempre procurou a felicidade. Os filósofos e os religiosos sempre se dedicaram a encontrar as suas causas e em definir que tipo de comportamento ou estilo de vida aumentaria o nosso nível de felicidade. Os filósofos veem a felicidade como bem-estar ou qualidade de vida e não simplesmente como uma emoção. Neste sentido, a felicidade é o que os gregos antigos chamavam de eudaimonia, um termo ainda usado em ética. Para as emoções associadas à felicidade, os filósofos preferem utilizar a palavra prazer. O dalai-lama Tenzin Gyatso diz que a felicidade é, para ele, uma questão de treinamento mental[1].

É difícil definir rigorosamente a felicidade e ainda mais difícil definir medidas desta. Investigadores em psicologia desenvolveram diferentes métodos, como por exemplo o inventário da felicidade de Oxford, para medir o nível de felicidade de um indivíduo. Nestes métodos, levam-se em conta fatores físicos e psicológicos como envolvimento religioso ou político, estado civil, paternidade, idade, rendimento etc.

A psicologia positiva é um movimento recente dentro da ciência psicológica que pretende dar maior ênfase ao estudo da sanidade mental, por oposição à psicologia mais tradicional que estuda sobretudo as patologias. A psicologia positiva relaciona a felicidade com emoções e atividades positivas[2].

A economia do bem-estar defende que o nível público de felicidade deve ser usado como suplemento aos indicadores económicos mais tradicionais, como o produto interno bruto, a inflação etc. Para Alexei Lisounenko, felicidade se traduz em aceitação, ou seja, em se aceitar quem de fato é, realizando a partir daí mudanças positivas em sua vida. A felicidade é um sentimento interno e terno, ela é um reflexo do autoconhecimento. Ele frisa que esta aceitação está longe do conformismo, sentimento onde você aceita sua vida de uma forma negativa, sem perspectiva de mudança interna em direção à felicidade.

As pessoas têm diferentes formas de alcançar a felicidade. Porém estudos científicos têm procurado achar padrões de comportamento e pensamento nas pessoas que se consideram felizes. Alguns padrões encontrados são:

  • capacidade de adaptação a novas situações
  • buscar objetivos de acordo com suas características pessoais
  • riqueza em relacionamentos humanos
  • possuir uma forte identidade étnica
  • ser competente naquilo que se faz
  • enfrentar problemas com a ajuda de outras pessoas
  • receber apoio de pais, parentes e amigos
  • ser agradável e gentil no relacionamento com outras pessoas
  • não superdimensionar suas falhas e defeitos
  • gostar daquilo que se possui
  • ser autoconfiante
  • pertencer a um grupo[3]

Portanto meus caros, percebemos que a  felicidade não só existe e foi descoberta pelo homem e por  sua ciência, e que ela é possível mesmo nos casos mais adversos, de necessidades mais extremas, o que significa o absurdo de mesmo um depravado ser feliz na sua depravação ou que um inocente vitimado, seja  feliz na sua penúria, no seu sofrimento. Há felicidade mesmo na dor, pelo que se nota no artigo WIKIPEDIANO que foi muito feliz.

Então você quer ser feliz ? Eu tenho os caminhos e os segredos da felicidade todos comprovados com metodologia científica e cética, só comentar.

Não estou cobrando a consulta,isso ai é obra social que estou fazendo na internet, se você não é feliz, e tem algum problema, eu posso te indicar o caminho certo para sua felicidade.

Abraço e sejam mais felizes.