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O Verdadeiro Hino Nacional

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  1. Jonny
    maio 14, 2011 às 14:37

    A desigualdade social neste país existe e se multiplica, porque o povo brasileiro não tem acesso à educação. O Brasil é o país do carnaval, mas também da irresponsabilidade, da impunidade e da hipocrisia. É a política do pão e do circo. Muito mais circo do que pão.

    O Verdadeiro Hino Nacional

    Deitado em berço de palha

    Ao som dos mosquitos

    E o mar imundo

    Fulguras ó Brasil

    És tu América?

    Iluminado ao sol

    Pobre e profundo

    Do que a terra

    Mais banida

    Teus tristonhos

    Feios bosques

    Sem mais flores

    Nossas matas

    Sem mais vida

    Nossas vidas

    Sem tempero

    E sem sabores

    Ó pátria alada

    Escravocrata

    Nos salve, salve

    Brasil,

    Um pesadelo

    Um raio ríspido…

    De amor pelo dinheiro só apetece

    Se em teu imperfeito

    Céu medonho e poluído

    A imagem do lixo resplandece

    Do que a terra

    Mais banida

    Teus tristonhos

    Feios bosques

    Sem mais flores

    Nossas matas

    Sem mais vida

    Nossas vidas

    Sem tempero

    E sem sabores

  2. rodrigonunesouza
    maio 15, 2011 às 00:12

    Depois reclamam que aqui soh tem bandido, mas nao ensinam o brasileiro a AMAR SUA TERRA.

    Nao sabem nem erguer corretamente uma bandeira, que tem de ficar acima de todas as outras.

    essa letra do começo eh pedaço do hino, e o hino faz muito mas sentido completa assim.

  3. rodrigonunesouza
    maio 16, 2011 às 07:07

    O Hino Nacional Brasileiro tem letra de Joaquim Osório Duque Estrada (1870 – 1927) e música de Francisco Manuel da Silva (1795 – 1865). Foi oficializado pela lei nº 5.700, de 1 de setembro de 1971, publicada no Diário Oficial (suplemento) de 2 de setembro de 1971.

    Hino executado em continência à Bandeira Nacional e ao presidente da República, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal, assim como em outros casos determinados pelos regulamentos de continência ou cortesia internacional. Sua execução é permitida ainda na abertura de sessões cívicas, nas cerimônias religiosas de caráter patriótico e antes de eventos esportivos internacionais. A música do hino é de Francisco Manuel da Silva e foi inicialmente composta para banda. Em 1831, tornou-se popular com versos que comemoravam a abdicação de Dom Pedro I. Posteriormente, à época da coroação de Dom Pedro II, sua letra foi trocada e a composição, devido a sua popularidade, passou a ser considerada como o hino nacional brasileiro, embora não tenha sido oficializada como tal. Após a proclamação da República os governantes abriram um concurso para a oficialização de um novo hino, ganho por Leopoldo Miguez. Entretanto, com as manifestações populares contrárias à adoção do novo hino, o presidente da República, Deodoro da Fonseca, oficializou como Hino Nacional Brasileiro a composição de Francisco Manuel da Silva, estabelecendo que a composição de Leopoldo Miguez seria o Hino da Proclamação da República. Durante o centenário da Proclamação da Independência, em 1922, finalmente a letra escrita pelo poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada tornou-se oficial. A orquestração do hino é de Antônio Assis Republicano e sua instrumentação para banda é do tenente Antônio Pinto Júnior. A adaptação vocal foi feita por Alberto Nepomuceno e é proibida a execução de quaisquer outros arranjos vocais ou artístico-instrumentais do hino.
    Introdução do Hino Nacional Brasileiro
    A parte instrumental da introdução do Hino Nacional Brasileiro possuía uma letra, que acabou excluída da sua versão oficial do hino. Essa letra é atribuída a Américo de Moura, natural de Pindamonhangaba, presidente da província do Rio de Janeiro nos anos de 1879 e 1880 e apresenta os seguintes versos:

    Espera o Brasil
    Que todos cumprais
    Com o vosso dever.
    Eia avante, brasileiros,
    Sempre avante!

    Gravai o buril
    Nos pátrios anais
    Do vosso poder.
    Eia avante, brasileiros,
    Sempre avante!

    Servi o Brasil
    Sem esmorecer,
    Com ânimo audaz
    Cumpri o dever,
    Na guerra e na paz,
    À sombra da lei,
    À brisa gentil
    O lábaro erguei
    Do belo Brasil.
    Eia sus, oh sus!

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