Início > Postagem Rápida > Sumiço, férias, preguiça e enfim…

Sumiço, férias, preguiça e enfim…

Então, andei sumido do blog porque ando sei ideias sobre o que escrever ou alguma coisa assim, na real, eu tava de férias passando o dia inteiro na frente do pc sem fazer nada.

Mas como prometi ao Bruno (nunorosa) que iria postar algo dia 10 já que terminam minhas férias, taí.

Feliz Carnaval ou algo do tipo, agora até o…..natal?

Anúncios
Categorias:Postagem Rápida Tags:
  1. rodrigonunesouza
    março 10, 2011 às 06:51

    Que isso NM.. Vai pela sombra que ta tranquilo…Proxima cachaça que vc tomar vc ataca algum setor de minorias da sociedade.

  2. Jonny
    março 10, 2011 às 14:22

    “Sejamos preguiçosos em tudo, exceto em amar e em beber, exceto em sermos preguiçosos”.
    (Gotthold Ephraim Lessing )

    … Os filósofos da antiguidade ensinavam o desprezo pelo trabalho, essa degradação do homem livre; os poetas cantavam a preguiça, esse presente dos Deuses:

    O Meliboe, Deus nobis hoec otia fecit (Ó Melibeu, um Deus deu-nos esta ociosidade).

    Cristo pregou a preguiça no seu sermão na montanha:

    ”Contemplai o crescimento dos lírios dos campos, eles não trabalham nem fiam e, todavia, digo-vos, Salomão, em toda a sua glória, não se vestiu com maior brilho.”

    Jeová, o deus barbudo e rebarbativo, deu aos seus adoradores o exemplo supremo da preguiça ideal; depois de seis dias de trabalho, repousou para a eternidade…

    …Na nossa sociedade, quais são as classes que amam o trabalho pelo trabalho? Os camponeses proprietários, os pequeno-burgueses, uns curvados sobre as suas terras, os outros retidos pelo hábito nas suas lojas, mexem-se como a toupeira na sua galeria subterrânea e nunca se endireitam para olhar com vagar para a natureza…

    …Tal como Cristo, a triste personificação da escravatura antiga, os homens, as mulheres, as crianças do Proletariado sobem penosamente há um século o duro calvário da dor: desde há um século que o trabalho forçado quebra os seus ossos, magoa as suas carnes, dá cabo dos seus nervos; desde há um século que a fome torce as suas entranhas e alucina os seus cérebros!… Ó Preguiça, tem piedade da nossa longa miséria! Ó Preguiça, mãe das artes e das nobres virtudes, sê o bálsamo das angústias humanas!

    O Direito à Preguiça – Paul Lafargue

  1. No trackbacks yet.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: