Início > Defeito Colateral, Que porra é essa? > Minha opinião sobre a Massa Crítica Portoalegrense

Minha opinião sobre a Massa Crítica Portoalegrense

Em um status de facebook, deixei clara minha opinião sobre a Massa Crítica, e em poucas palavras. Somando a este fato a falta de um texto meu no blog, decidi copiar e colar.

 

Sobre o termo “massa crítica”: Realmente, o conceito coloquial de “massa” em si já explicita uma mentira: eles não são, nem de longe, uma maioria. E criticidade, sempre acreditei na crítica como uma maneira prudente de argumentar, e não pegar panelas, apitos e gritar no meio da rua…

 

Sobre a tal massa em si: O fato mais triste, e por que não o mais pobre, de toda situação, é notar que no final das contas tanto se fala e tanto se tenta fazer apenas por que a notícia tomou proporções nacionais. De forma corriqueira se fala sobre acidentes fatais com motoboys nas grandes cidades e de responsabilidade no trânsito. Ao invés de “lutarem” por isso, vejo pessoas que expõe cartazes onde um carro é signo de uma arma de fogo e onde o extremismo se faz presente, como qualquer outra forma de “protesto” que tem como lastro um pouco de revolva socialista e muitas, mas muitas, falácias e problemas diversos de lógica.

 

No final, vejo os mesmos problemas ideológicos de sempre. Casos isolados que queimam feito pólvora e torna irrelevante cada atitude tomada, por que tudo vira cinza sem deixar nada de útil para ser estudado. A urgência do extremismo só torna óbvia sua prepotência e sua incompetência. Só espero que não entendam que sou contra qualquer tipo de passeata e que desejo o mesmo mau para todos os metidos a rebeldes que atrapalham as ruas de Porto Alegre… Se mudanças são necessárias, usem as mesmas armas que apontam para vocês, só assim se tem uma luta justa. Virar a mesa e falar mais alto nunca adiantou, não adianta e nunca vai adiantar… você continuará perdendo na cabeça do vencedor.

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  1. NM
    março 1, 2011 às 01:39

    Quando eu li ‘Massa Crítica’ achei que era o conceito de física.

  2. rodrigonunesouza
    março 2, 2011 às 19:54

    Quando li “massa crítica” achei que era conceito de pizza.

  3. Jonny
    março 3, 2011 às 12:23

    E.T. – The Extra Terrestrial – Adventure On Earth

  4. CM
    março 3, 2011 às 15:18

    Esta semana meu facebook esta sendo bombardeado pela massa critica,com seus flyers contra carros e dando suas opiniões “rebeldes”.Nada mais são no meu ver do que jovens dos bairros de classe média alta de Porto Alegre, que nunca pegaram no batente e que não tem mais nada pra fazer. Vão me convidar pra pintar papel cartaz as 14:00hrs da tarde de terça-fera la na china.
    Na verdade como voce disse:No final, vejo os mesmos problemas ideológicos de sempre. Casos isolados que queimam feito pólvora e torna irrelevante cada atitude tomada, por que tudo vira cinza sem deixar nada de útil para ser estudado.

    Para mim isso se chama a “urgência de aparecer”.

    Nunca vi um texto que conseguisse expressar o que penso como este,esta de Parabéns.
    Pois até então ,achei que talvez eu estivesse sendo uma jovem desorientada ou mesquinha.

    Att.
    CM

  5. rodrigonunesouza
    março 3, 2011 às 21:21

    CM, mesquinho seria defender o criminoso responsavel pela tentativa de homicídio em massa, o que não ocorre, nenhum de nós promove tal atitude.

    Por outro lado, veja que não devemos tolerar como normais, nem isentar de culpa os verdadeiros RESPONSÁVEIS pelo acidente.

    Pelo que foi informado pela imprensa nacional televisiva, a organização do evento sequer contatou a prefeitura, informando o horário do evento e solicitando autorização e ESCOLTA POLICIAL.

    O criminoso eh culpado lógico, mas quem foi o responsável por uma passeata que PARA O TRÂNSITO DA CIDADE, sem consentimento dos orgãos públicos, se é que esse fato é verídico segundo me informara, e se não for que alguem esclareça com evidencias para não termos a imagem que temos.

    Pois o responsável pela organização da passeata é tão irresponsável quanto o motorista, já que ele deveria ter calculado que um evento com tantas pessoas precisaria de um mínimo de SEGURANÇA.

    Esse eh o retrato que temos deles, irresponsáveis, doutrinados por utopias fáceis. A culpa, como o jonnhy falou eh do PS3.

    Talvez vocês não saibam, mas as maiores empresas de games japonesas todas surgiram depois das bombas nucleares lançadas ao japão, e dizem alguns historiadores que eles antes até tinham os pintos com tamanho normal.

    Pois é.

    Devemos proibir os japoneses de usarem carros e os ets de voarem de bicicletas, por motivos claros de segurança.

    O carro de fato é uma arma e pode matar vidas, mas o carro pode também salvar uma vida com pressa, coisa que uma bicicleta não pode.

    E se quiserem testar, eu posso usar uma bicicleta como arma e matar alguém.

    Uma banana pode ser uma arma, aliais, tudo pode ser uma arma.

  6. Jonny
    março 4, 2011 às 16:34

    Origem: Wikipédia.

    Curiosidade:

    A face do “E.T.” foi elaborada tendo como molde as faces do poeta Carl Sandburg e do cientista Albert Einstein.

  7. rodrigonunesouza
    março 5, 2011 às 05:33

    E leonidas da silva foi o primeiro E.T. disfarçado de humano a marcar o seu famoso gol de Bicicleta voadora…

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