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Que seja sincera, a primeira vez

          Estudante, 17 anos, eleitora pela primeira vez, por opção. Uma vontade que tenho desde que me entendo portadora de direitos, e deveres; o poder de, pelo menos, dar a minha opinião sobre quem deve governar. E este ano, quando finalmente poderei realizar esse desejo, me vejo numa situação pior que a dúvida: o desconhecimento…

Não quero ser apenas mais uma no senso-comum, quero ter plena consciência do meu voto. Mas, além das famosas meias e cuecas, sei que existem muitas histórias das quais não faço a menor idéia, sejam fatos bons ou ruins, do meio político. Mais que isso, não tenho as memórias que têm os mais antigos para recordar dos “erros e acertos” dos atuais candidatos – alguns, inclusive, que nunca nem havia ouvido falar.

Como, então, escolher um candidato? Se nem todos os artigos que falam sobre eles são confiáveis, se muitas revistas e canais de TV são comprometidos e publicam somente o que lhes convêm? De onde vou desenterrar memórias que não existem? Como já disseram muitos por aqui, isso não é algo que nos ensinam nas escolas. No máximo, cada professor dá a sua opinião.

Será que assistir a programas eleitorais – onde, pelo que eu já vi cada um mais critica aos outros do que fala de suas intenções, diga-se de passagem – ou a debates entre candidatos é suficiente para fazer uma boa escolha? Algo me diz que não.

E eu, sinceramente, não tenho resposta para essas perguntas. Estou completamente aberta a indicações, sugestões, que me permitam conhecer a melhor forma de por em prática meu direito.

Companheiros, eu não sei de nada. Por favor, esclareçam-me! =D

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  1. rodrigonunesouza
    março 16, 2010 às 23:51

    “Estudante, 17 anos, eleitora pela primeira vez, por opção. Uma vontade que tenho desde que me entendo portadora de direitos, e deveres; o poder de, pelo menos, dar a minha opinião sobre quem deve governar. E este ano, quando finalmente poderei realizar esse desejo, me vejo numa situação pior que a dúvida: o desconhecimento.” Google, logo existo.

  2. rodrigonunesouza
    março 16, 2010 às 23:59

    “Não quero ser apenas mais uma no senso-comum, quero ter plena consciência do meu voto. Mas, além das famosas meias e cuecas, sei que existem muitas histórias das quais não faço a menor idéia, sejam fatos bons ou ruins, do meio político. Mais que isso, não tenho as memórias que têm os mais antigos para recordar dos “erros e acertos” dos atuais candidatos – alguns, inclusive, que nunca nem havia ouvido falar.” Pesquise o histórico de seu candidato na internet. Leia o seu plano de governo.

    “Como, então, escolher um candidato? Se nem todos os artigos que falam sobre eles são confiáveis, se muitas revistas e canais de TV são comprometidos e publicam somente o que lhes convêm? De onde vou desenterrar memórias que não existem? Como já disseram muitos por aqui, isso não é algo que nos ensinam nas escolas. No máximo, cada professor dá a sua opinião.” No fim das contas, leia os que têm interesses favoráveis e contrários, ninguém consegue comprar à todos, e pese numa balança.

    “Será que assistir a programas eleitorais – onde, pelo que eu já vi cada um mais critica aos outros do que fala de suas intenções, diga-se de passagem – ou a debates entre candidatos é suficiente para fazer uma boa escolha? Algo me diz que não.” Há uma enorme distância entre intenção e gesto.

    “E eu, sinceramente, não tenho resposta para essas perguntas. Estou completamente aberta a indicações, sugestões, que me permitam conhecer a melhor forma de por em prática meu direito.

    Companheiros, eu não sei de nada. Por favor, esclareçam-me! =D” — A melhor forma é ler jornais todos os dias e saber quais são os problemas do país, o histórico de cada qual é fácil de saber.

  3. santosmarcela
    março 17, 2010 às 08:07

    “Há uma enorme distância entre intenção e gesto.” Mas, acho que deviam guardar mais espaço pra intenção…

    “No fim das contas, leia os que têm interesses favoráveis e contrários, ninguém consegue comprar à todos, e pese numa balança.”
    É verdade… Nisso, não pensei

    Valeu! Vou ali comprar o jornal…

  4. NM
    março 25, 2010 às 15:56

    E eu achando que tu ia falar de perder a virgindade.

  5. santosmarcela
    março 25, 2010 às 20:27

    Por que sempre associam “primeira vez” ao ato sexual? Tudo tem uma primeira vez…

    =D

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