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Archive for the ‘Do que diabos gostamos’ Category

Vai um robô aí?

Robô é o seu computador pessoal ambulante. Seu representante profissional, ele é, digamos, sua personalidade desdobrada.

Robô não pede salário, mas ganha dinheiro para você. Trabalha sem parar e sem dormir. Ele age até pelos seus interesses mais perigosos, aqueles de altíssimo risco e lucratividade, afinal, comigo, tudo é backupeado, então “risco” do dicionário.

Com seu robô é assim, você pensa, ele faz. Ele quem se sacrifica. Ele que sem reclamar, nem em pensamento, faz todos os seus trabalhos mais chatos, mas desgastantes. Ele e você são um, é a sua nova mão, mas, digamos, com seis dedos!

O mais legal do robô já vou falar, e não é que ele não morre, porque morre, mas é só trocar por outro, e logo, isto não é problema. O mais legal é que tem acesso à internet, então, onde ele estiver, lá estará também você, se quiser.

Aí você se delicia vendo através de seus olhos, e através deles, conferindo-lhes emoções a seus admirados interlocutores, conforme, daqui, quem vai sentindo tudo é você. E ele vai aprendendo como você é, e daí passa a ser excelente em desempenhar o seu papel na sociedade. Tão excelente que dá conta de todos os recados, e ainda lhe supera.

Então, subitamente, você passa só a pensar, o que já basta para programá-lo, e claro que de  fato, paralelamente, sua conta bancária vai só crescendo… Porque você é bom no que faz. E o mercado está aceitando muito bem robô.

E você pensa na vida… E lá está seu fiel robô, presente num lindo cenário turístico. Todos lhe admiram tanto e a capacidade é tanta que na prateleira não faltam condecorações e os vídeos também estão ali para provar o quanto são valiosos seus méritos pessoais.

Mas à agenda basta somente um sete. Então as batatas fritas não parecem mais tão saborosas, e por outro lado, quase não faz mais beber nem chorar, e só dorme, você mesmo, só sonha, enquanto a preguiça passou a crescer em força. E “quem programa a quem?” pode ser o seu trágico drama existêncial.

Ou então, quem sabe você é desenvolto e vê negócio na coisa, não passa a comercializar robôs, mas você que não é otário, simplesmente os usa a todos.

E assim, antes e depois, pensa e, é só risada. Este pode ser o seu pensamento, metaforicamente falando?

Será que você, então, só enxerga o nano, e vê que ali jaz o limite?

Quebrante-se! Dizendo: “Vê se te sacode rapá!”.

Que o futuro chegou, nem acorde, o que você está fazendo disto, o que está diante de seu rosto? Que coisas lhe cercarão? Ou, como será a sua “vizinhança”?

Quero dizer, como você existe, e quer poder, digamos, exercer poder, atuar profissionalmente não precisa necessariamente ser agricultor. Você pode ser o que quiser, e é isso que tem que ficar de tudo!

A questão é como você QUER o planeta selvagem Terra? Porque, o mundo é uma sugestão.

“Quando sonhamos sozinhos, é só um sonho. Quando sonhamos juntos, é uma realidade” John Lennon.

Somos os jurados do futuro. A vida é um festival de música. A que composições de planeta premiaremos? E quais, simplesmente, escolheremos esquecer?

7 de setembro, 2008

A arte de reutilizar textos 2 – Battle Pope

Outubro 22, 2009 NM Deixe um comentário

Primeira resenha que fiz pra um saiteco ai, segue a diga de leitura.

Se você está procurando histórias que vão além de super-heróis clássicos, que vestem uma cueca por cima da calça, saem voando por ai com uma capa baitola e são politicamente corretos, você definitivamente não conhece Battle Pope.

Criado por Robert Kirkman e Tony More, lançado pela Image Comics, a HQ teve sua primeira edição publicada em Junho de 2005 nos Estados Unidos e Canadá. E, ironicamente, é uma homenagem ao papa João Paulo II.

Por incrível que pareça, não há relatos de qualquer censura por partes da igreja, afinal, fazer um HQ com um personagem Papa que é politicamente errado provavelmente teria uma repercussão negativa.

Mostrar o mundo sem religião foi suficiente para eles verem que até seria uma boa idéia o HQ ser lançado: um mundo sem religião é um mundo sem leis, afinal, ninguém mais seguiria as leis morais que a sociedade religiosa impõe, e mais, mostrar toda a humanidade sendo condenada ao inferno provavelmente faria mais cristãos irem a igreja domingo de manhã. Mas quer saber? Acho que as bichas do Vaticano até gostaram da homenagem.

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O personagem principal da história é João Paulo: O Papa.

Não vá pensando que ele enfrenta muçulmanos infiéis que planejam ataques terroristas, não só isso, quer dizer.

A história é a seguinte: O tempo passou, a humanidade caiu cada vez mais, luxúria, cobiça e ira crescem a cada dia. Toda a humanidade segue sem temer o julgamento divino. A igreja também não era mais um lugar santo, padres e sacerdotes não são mais religiosos, e nem mesmo (e muito menos) o Papa era um sinal de santidade.

O tempo passou e o inesperado aconteceu: Deus veio fazer seu julgamento divino, poucos foram salvos e muitos foram condenados a permanecer na terra, as legiões do inferno acharam uma brecha para a terra e o caos tomou conta de tudo.

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Papa João Paulo, que nesse momento perdeu sua divindade, não se conforma de ter sido abandonado por Deus, esperançoso que somente sua posição de Papa fosse garantir sua entrada no céu.

A humanidade parecia abandonada por Deus, o caos e o medo cresciam a cada dia. Nenhum lugar era seguro.

Mas Deus não abandonou completamente a humanidade. Gabriel , o anjo, por ordens de Deus tentava converter mais almas para ir ao paraíso até ser capturado por Lúcifer, líder das hordas demoníacas.

Sem outra opção, Deus recorre ao Papa João Paulo para resgatar o seu anjo, enviando Jesus para dar essa missão ao Papa em troca de sua entrada no paraíso.

Sem ter muitas opções, e com a recompensa parecendo tentadora, ele decide aceitar a missão e enfrentar as hordas demoníacas, seguido pelo seu fiel companheiro Jesus, que o ajuda nessa missão.

Battle Pope é um HQ que definitivamente merece ser lido, possui uma história um tanto inovadora, com grandes doses de comédia e humor negro e muita blasfêmia divina(para aqueles que gostam disso).

Que ce tá fazendo aqui ainda lendo isso?

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Momento Mafalda

Outubro 2, 2009 Nuno Rosa 2 comentários

Pérolas que eu achei da tirinha da Mafalda na internet. Com toda certeza a tirinha de humor mais ácida que eu conheço. Enjoy.

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Death Note e a Literatura Clássica.

Desculpem leitores minhas duas semanas sem posts , pois eu estava em vias de mudança de  conexão (de rádio para ADSL mais precisamente) e não encontrei outra formas para postagem de textos e graças ao misericordioso Senhor (NM) eu poderei regularizar minha situação.

Espero que o texto esteja de bom grado.

Death Note, obra nipônica de muita polêmica e discussões pelo mundo todo foi o destaque de minha semana, pois ao começar a vê-la muitas referências me vieram á cabeça e todas elas de cunhos intelectuais clássicos.

Tais idéias são oriundas de mitos como o Fausto de Goethe e o toque de Midas, sendo assim, foram motivo para uma profunda reflexão sobre similaridades entre estes citados e o caderno cujo possuidor ao colocar o nome de qualquer pessoa que ele tenha em mente quem seja de uma forma ou de outra falecerá.

Fausto conta a história do protagonista homônimo que faz um pacto com o “coisa ruim” (ou coisa boa para quem prefere…) para obter todo um triunfo imediato sem que sejam necessários quaisquer esforços para se chegar ao ônus, o preço obviamente sendo a alma do pobre coitado que só visava o material. A semelhança na qual percebi é que Raito assim como Fausto ao colocar as mãos em um produto vindo das trevas sente-se um passo á frente do que toda humanidade, quase como um sentimento de onipotência sobre o poder que á ele foi concebido de poder julgar como bem entende o destino daqueles chamados de criminosos pelo código de leis do mundo e assim quando e como morreriam. Além disso, ambos mexem com práticas do ocultismo das quais eles não possuem o mínimo discernimento á cerca do assunto, enquanto seus tutores trevosos dão toques relacionados ao mal que eles podem estar afrontando levianamente e nem ouvidos estão sendo dados aos conselhos passados por autoridades do burlesco e soturno “outro mundo”.

O toque de Midas está no fato de que muito ambicionar um poder sem prever suas consequências pode acarretar em finais dramáticos e infelizes, como o do Rei que ganhou o poder de converter tudo que tocasse em ouro, no qual á extremos em que não tinha mais controle sobre aquilo e acabou ele próprio transformando-se em material para ourives cuidarem, e Raito por sua vez de tanto matar pessoas com tal instrumento acabou morrendo pelo mesmo meio afirmando uma das frases que nunca sairão do hall de grandes ditados: “Quem com o ferro fere com o ferro será ferido”.

Isso mostra que o clássico ainda mantém seus traços no contemporâneo, atravessando eras e mantendo-se firme e forte afirmando sua eterna utilidade para a cultura e comportamento do ser humano. Por isso que o ler e pesquisar são tão importantes, pois nunca se sabe quando uma boa informação pode ser necessária. Então não tenham vergonha e nem preguiça de ouvir qualquer idéia que tem um cunho verosímil.

Mamãe eu quero Golden Night!

Eu tenho pouca idade , mas um dos meus objetivos de vida com certeza é ir em “Golden Nights” e dançar todos os estilos que foram febre no passado, pois na minha opinião a galera hoje não dança um ovo que seja (nem de codorna) e poucos sabem curtir uma festa na sua essência e plenitude.

Eu sinto pena dos ouvidos e corpos que mal sabem do bom da vida  e de que o passado não está tão longe quando muitos pensam e um exemplo disso é a soul dance dos anos 70 e o bate-estaca ou rebolation dos tempos atuais , se fomos ver são praticamente avô e neto ou até podemos dizer primos.

 

Acompanhem comigo nos  VTs (SUPERPOP MODE ON) abaixo por favor:

 

 

 

 

 

 

 

Eu tenho um infinidade de outras coisas a comparar mas deixo isso para outro post, mas digo o seguinte como conclusão: tirando o Black Pop(naquelas …) de hoje , onde tem gente que saiba dançar a vera e com atitude por aí?

Eu gostaria muito de saber…

E quem mora na região Sul : onde tem golden nights, alguém sabe aí?

 

Até a próxima postagem e muito groove pra todo mundo.