Sobre as minhas franquezas
A vontade como força é variável em tamanho e intensidade, como qualquer outra possível existência. Como submete-se aos caprichos humanos, a pobre vê-se vezes tão pequena que some atrás de lágrimas, vezes grande que se impõe acima dos punhos.
Até o ponto que sei meu corpo é feito de carne e ossos, e até onde creio saber tudo o que se passa pela minha cabeça vêm de uma consciência racional. Somos assim, os humanos, não somos? Esses saquinhos de sangue e fibra com algo que alguns chamam de alma, outros de mente… Como algo independente de corpo e mente, e até onde posso saber, livre, não posso culpar a ninguém que não seja a mim mesmo quando vejo minha vontade submeter-se aos momentos amargos e desaventurados nos campos que me foram negados conhecer. Talvez maior tenha sido a falta do aconchego de um pai, ou da sobra de um que o tentava substituir. Mas o passado não é mesmo nada que possa modificar o futuro… Talvez sejam os vetores, sim, minha tristeza e meu engano. Talvez eu não precise ter, mas me vejo em prantos precisando ao menos entender o que fiz nos meus tempos inocentes para merecer a saudade de algo que hoje me parece ou fazer falta, ou excesso…
Mais uma vez me vejo desejando um gênio, ou uma garrafa… O que me desse, de forma mais imediata, possíveis segundos de não ser mais quem sou. Humano, fraco, projeto de filho…
Vocês não sabem formatar esse projeto de blog de vocês?
Jhenny
agosto 17, 2011 às 23:00 | #1
“Vocês não sabem formatar esse projeto de blog de vocês?”
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“Inveja é a falta de fé em si.”
“Os ataques da inveja são os únicos em que o agressor, se pudesse, preferia fazer o papel da vítima.”
“Aqueles que não fazem nada estão sempre dispostos a criticar os que fazem algo.”
“Não há nada de errado em sentirmos raiva, tristeza, paixão, inveja… É humano. Só não devemos deixar que as emoções nos dominem e nos impeçam de fazer, aquilo que estamos fazendo.”
“A inveja é o resultado daquilo que gostaríamos de ter, mas não tivemos a capacidade de conseguir.”
“É tão natural destruir o que não se pode possuir, negar o que não se compreende insultar o que se inveja.”
“Não há animal mais degradante, estúpido, covarde, lamentável, egoísta, rancoroso, invejoso, ingrato, que o público. É o maior dos covardes, porque de si mesmo tem medo.”
“A inveja é um vírus que se caracteriza pela ausência a sintomas aparentes. O ódio espuma. A preguiça se derrama. A gula engorda. A avareza acumula. A luxúria se oferece. O orgulho brilha. Só a inveja se esconde.”
“O número dos que nos invejam confirma as nossas capacidades.”
“Ninguém é realmente digno de inveja, e tantos são dignos de lástima!”
“Eu sempre prefiro o deslumbre do entendimento ao deslumbre da ignorância.”
“Sobre as minhas franquezas”
“Uma parte de mim é todo mundo: outra parte é ninguém: fundo sem fundo.
Uma parte de mim é multidão: outra parte estranheza e solidão.
Uma parte de mim pesa, pondera: outra parte delira…
…Uma parte de mim é só vertigem: outra parte, linguagem…”
“Estou na caridade da evolução do meu ser. Quero ser menina, encontro-me mulher… Quero ser mulher, vejo-me menina…”
“… E que a minha loucura seja perdoada porque metade de mim é amor e a outra metade também.”
“Ao certo Bárbara, Jonnhy, MUleque Retardado, seja como for…”
La Donna é Mobile /Qual piuma ao vento /Muta d’accento /E de pensero…