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Archive for Fevereiro, 2009

David Bowie e a primeira reutilização de textos

Fevereiro 28, 2009 Nuno Rosa Deixe um comentário

Então, sábado é meu dia de postar texto, e eu não fiz nenhum (sim … sem comentários) então vou reutilizar um texto meu feito prum sitezinho por aí … um lugar cheio de punheteiros e gente que adora dar F5 no Omelete.

Roqueiro, bissexual, esquizofrênico, drogado, compulsivo e magricelo. Assim é David Bowie, um dos astros do rock dos anos setenta/oitenta, e um dos poucos representantes do glamour rock, que, diferente do emo, usava maquiagem para se travestir, e não para ficar com cara de mau.
Dia oito de janeiro de 1947 nasceu, em Londres, David Robert Jones, o que seria um dos astros do rock mais glamuroso que já viveu ou vai viver (mais glamuroso até que new york dolls…). Ele seria um menino normal, teria a pupila esquerda paralisada por causa de uma briga de colégio, usaria muitas drogas, dividiria apartamento com Iggy Pop e daria algumas voltas nas telas do cinema.
David Bowie começou a carreira como cantor folk, em 66, gravou alguns compactos sem muito sucessso. Diante do fracasso com algumas das primeiras bandas, com as quais usava ainda o verdadeiro nome, o camaleão do rock criou Major Tom, um astronauta que ficava perdido no espaço, em 1969, e o astronauta, la no espaço, viu sua música ficar no top das cinco melhores músicas da Inglaterra. Três anos se passaram sem que Bowie desse satisfações sobre sua carreira musical, e em 1972 começou a pegar interesse em roupas coladas, cabelos com laquê e batom, e perdeu o interesse por mulheres e por uma vida politicamente correta. E, uma cheirada aqui, outra picada ali, nasceu um mundo destinado a acabar em cinco anos e Ziggy Stardust, o último rock star andrógino , que acabou, além de morto por seus fãs, julgado como o melhor disco dos anos 70. O albúm também marca o iníco das turnês de Bowie, e as turnês marcam a produção das letras das músicas de seu próximo disco, Aladdin Sane.

let's dance, put your red shoes and dance the blues ...

let's dance, put your red shoes and dance the blues ...

Depois do grande sucesso de The rise and fall of Ziggy Stardust and the spiders from Mars, Bowie fica fora dos olofotes para voltar e lançar Diamond Dogs, produto de uma idéia de uma cidade num selvagem futuro apocalíptico, que ele escreveu para ser um filme, mas a idéia não seguiu muito adiante e ele transformou suas idéias em letras e melodias. O disco foi feito em 1974, quando Bowie estava obcecado por ritmos como o Soul e o R&B. A grande turnê que fez nos Estados Unidos foi marcada por efeitos especiais teatrais e por suas coreografias, o que chamou muito a atenção do público, que ficou abismado de ver tanto frescura em um show de rock (mas estamos falando de David Bowie, então …). Essa turnê rendeu um documentário, filmando seus momentos fora e dentro do palco, o que acabou levando ao conhecimento do público o abuso com as drogas, em especial a cocaína. E nesse período de sua vida seu estado psicológico entrou em colapso, sua esquizofrênia decidiu aparecer e isso rendeu seu disco David Live, que era um compacto com músicas ao vivo, e também servia para dizer que ele estava vivo, e o LP ganhou um segundo nome: David Bowie Is Alive and Well and Living Only In Theory. Estava feito o barraco, a vida do Astro havia ficado publicamente explicita e ele tira umas férias na Filadélfia, onde produz novo material, consome mais drogas pesadas e se prepara psicológicamente para a volta da turnê.
Interessado no cenário da música germânica, em meados dos anos 80, Bowie se muda para Berlim, onde divide apartamento com Iggy Pop, grava um compacto no mesmo tempo do também ídolo pop (candy candy candy i can’t let you go) e se livra de vez das drogas … de todas elas, inclusive a sua mais recente amiga heroína. Na Alemanha ele cria três álbuns de sucesso, que ficariam conhecidos como “Berlim Trilogy”. Low foi o primeiro, em 1977, e serviu para provar que Bowie não precisava de cocaína ou heroína para compôr porcaria nenhuma. No mesmo ano Bowie voltou, e lançou o LP chamado “heroes”, com a clássica música que definiria seu mais novo estado emocional: ele se deparou com a insignificância da vida,e quase voltou para as drogas. E o último disco da trilogia, Lodger, seria o final se sua estadia na cidade do Muro de Berlim (de acordo com alguns, a sétima maravilha do mundo …).
Depois daí Bowie lançou mais diversos discos, entre eles Scary Monsters, com seu hit Ashes to ashes, que ganhou alguns prêmios e alguns meses nas paradas dos Estados Unidos. Ele mudou de estilo, de cabelo e de pensamentos a cada novo disco, sempre acompanhando o estilo musical que o agradava, sem nunca esquecer suas raízes e matrizes, e sem nunca esquecer que estilo se tem … e nunca se compra.
Mas não só de música vive esse simpático artista multimídia. Bowie fez alguns filmes, nos quais participou tendo papeis de destaque ou tendo papéis secundários.Sua primeira aparição de destaque no cinema foi em o homem que caiu na terra, interpretando um alieníngena que veio a terra em busca de água, e vende sua tecnologia avançada para conseguir dinheiro. Teve papéis secundários e sem muita importância em filmes da vanguarda dos anos 60, e sua carreira se tornou esporádica, fazendo pontas em filmes clássicos como Criatiane F. (quem não concorda que a melhor parte do filme é quando ela vai até o palco para ver ele, ou quando a música de fundo é “heroes”?) e filmes mais novos, como Zoolander, onde interpreta um juiz de desfile de moda, e O grande truque, no papel de um cientista que inventa um tipo de máquina que duplica qualquer tipo de matéria.
Não há dúvidas de que, depois de Michael Jackson, David Bowie brilhou no mundo todo. Fez muito sucesso, tomou muitas drogas e soube quando parar. Não restam dúvidas que esse velho camaleão do rock foi o primeiro homem a tentar difundir a moda de saia masculina, de maquiagem, de andrôginia e de todo o tipo de coisas afetadinhas.

É tudo sobre Status

Impossível não se entreter com isso. Tem a ver com todo o trabalho gasto pra aumentar o estilo, como um aperto de mão firme, um certo detalhe no olhar ou um sorriso esperto. Tem a ver com ter seu nome elevado a tal ponto que ele fica maior que você próprio. Tem a ver com “você sabe quem sou eu?”. Tem a ver com “não se fala assim com fulano de tal”. Um monte de escrotice que um caipira resmungão feito eu nunca vai entender nem aceitar.

A merda de ter uma graduação acadêmica de muito prestígio é que se você for pelo menos um pouco babaca, você vai acabar se escondendo atrás dela. Não importa se tem um monte de doutor pra todo lado falando um monte de merda sem saber fazer porra nenhuma na prática. Você tem um canudo, você tem status. E é isso que o Brasil tenta jogar pra cima de você, de qualquer jeito, não? Quer dizer, o importante é ter a porcaria do curso superior. O fato de você ser formado em educação física e apesar disso trabalhar tirando xerox pro resto da vida no ministério da defesa não quer dizer nada.

E é claro que você não tem motivo nenhum pra ser infeliz. Emprego estável, um bom dinheiro, talvez uma casa bonita, bla bla bla. Tudo bem, você precisou estudar sete anos pra passar num concurso só pra descobrir que você vai fazer trabalho de retardado pro resto da sua vida e que toda a preparação pela qual você teve que passar a vida inteira poderia ser substituída por um curso de três dias. “Como redigir memorandos padronizados” ou qualquer porcaria assim. E tá certo, apesar de você ter um puta casarão e dinheiro suficiente pra aproveitar a vida, o seu tempo pra isso se limita a um mês por ano. Soa ruim, eu sei, filho, mas na verdade não é. Você é a nata da sociedade. Claro que é. O diploma é seu cetro real e sua vaga no serviço público mostra que você é um dos cavaleiros da távola redonda – ilusão que, talvez, seja o motivo pra que você prefira tomar a merda da Skol nas suas noites de “diversão”, às sextas.

O ponto, na verdade, nada tem a ver com diversão, satisfação ou qualquer desses valores de bleeding-heart esquerdista que acha que coisas estúpidas como a anarquia existem. O que importa é fazer um nome. Criar o seu legado. Escrever sua lenda. Veja Abraham Lincoln, Olavo Bilac, William Shakespeare ou até Chuck Norris. Seus nomes, por si só, já causam impacto. Antes mesmo de seus feitos. São como a lenda de Hércules se espalhando por toda a grécia. O Status é a imortalidade de Aquiles, a majestade de Zeus.

Fazer parte da alta classe é destino. Os deuses e as musas nos guiaram até a excelência acadêmica. Nossas palavras trazem o tom e o sabor do vinho do próprio Dionísio. Não vês? Tu estás no topo por ser este o vosso lugar. Essa é vossa vocação. E é somente chegando aí que podes cumprir vosso Destino, demonstrar vossa capacidade. Estar em outro lugar não é prova de opção, mas de incompetência. Há aqueles que talvez pudessem viver como reis, como deuses, como nós, mas preferem levar sua vida como reles palhaços. Não acredite em suas palavras frouxas e nos seus gestos trêmulos: se ele duvida de sua capacidade de ascender aos céus, seu lugar é realmente ali. Com os porcos. Os verdadeiros reis não temem a queda e não se contentam em comer, andar e se sentar com meros plebeus.

É clara e evidente a Presença daqueles que a merecem. Se vê em seu olhar penetrante, capaz de atingir em cheio a alma da gentalha; na firmeza de seus gestos, com perfeição suficiente para demonstrar força, mas não descontrole; e na força de suas palavras, tão grandiosas quanto o urro primal do próprio Deus. Se duvidas de nossa excelência, basta maravilhar-se observando nossos diplomas, nossos atestados de majestade, nossos pergaminhos divinos. Nossas Tábuas da Lei.

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Eu sempre tento acreditar que não existe muita gente que cai nessa ladainha de “excelência acadêmica” até hoje. Quer dizer, grande merda você ter um canudo se você só o usa pra enfiar no próprio cu e rir sozinho.

É claro que ridicularizar a fala de tais pessoas grandiosas é extremamente baixo e sujo, mas quem disse que eu me importo? Eu poderia ter perdido meu tempo e passado a coluna de hoje inteira contestando do jeito “honrado e justo” o monte de velho babaca que acha que pendurar seus diplomas como quadros de Da Vinci na parede vai fazer com que eles pareçam mais do que são. Falar com todos os floreios que um monte de punheteiro acha que é necessário.

Agora, pra ser bem sincero, eu preferia ter resumido isso tudo a uma única frase:

VÃO TOMAR NOS OLHO DO SEUS CU BANDO DE FIAS DA PUTA.

Postagem rápida número #5

Fevereiro 24, 2009 Nuno Rosa 1 comentário

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Eu acho simplesmente fantásticos os resultados que aparecem nos “termos mais pesquisados” do wordpress ….

Violência

Fevereiro 22, 2009 Nuno Rosa 2 comentários

Violência. Acho que durante toda a história da humanidade, houveram centenas de significados para a mesma palavra. Durante a era primitiva, quando viviamos em cavernas, desenhávamos em rochedos e carregavamos as mulheres pelos cabelos, violência era sinônimo de sobrevivência (cabras macho!). Durante a idade média, demonstrações de violência eram provas de força, e um pouco antes desse tempo existia até um local onde as pessoas iam para ver violência. Ou seja, nesse mundo em que vivemos, violência já foi motivo tanto de espanto quanto diversão.

se fudeu!

se fudeu!

Não quero levantar questões grandiosas, não vou começar um assunto para dividí-lo em mil partes, por isso não vamos nos perguntar “o ser humano …. é essencialmente ruim ou essencialmente bom?”, vamos nos acalmar, aquetar nossos rabos … e manteremos uma linha de pensamento simples: o que é a violência?
O problema de tratar assuntos que começam com “o que é tal coisa?” é que acabamos sempre partindo de um ponto pessoal, levando em conta apenas nossas experiências próprias e opniões. Se perguntarmos para um ex-preso político o que ele acha mais violento, ele vai escolher a foto dos brigadianos descendo o cacete em um qualquer, ao invés da menina africana com as costelas de fora. Quero que tentemos seguir um pensamento mais aberto, menos tenso. Vamos acabar então partindo do princípio de que, para a nossa ilusória civilidade, violência é algo inegávelmente ruim. Se violência é algo ruim, que nos desperta repulsa, que nos impõe desconforto, temos um pré requisito já estabeleciodos.
Gaspar Noé, diretor e roteirista de “Irreversível”, filme com a maior cena de estupro em tempo corrido (algo em torno de oito minutos sem cortes) e mais algumas cenas fortes, que incluem ataques de extintores à cabeça de um homem e cenas de sado-masoquismo em uma boate gay, disse à crítica que seu filme não era violento, e que um exemplo de violência se via em “ilha das flores”, filme/documentário de  Jorge Furtado      , que retrata a realidade do consumo, acompanhando a vida de um tomate, desde sua plantação até acabar numa ilhota ao lado de Porto Alegre, com o mesmo nome que o filme. O que vemos em ambos são assuntos diferentes, de universos diferentes. Enquanto um fantasia com uma brutal realidade, que nos choca, ao ver os hábeis atores nos convencendo serem reais, o outro nos mostra o que existe de fato, sem churumelas. O que os torna um material violento é sua generosa dose de semelhança com o que sabemos poder existir. Não fico angustiado pensando nas crianças que morrem de fome diariamente, à não ser que eu veja uma foto ou reportagem sobre ela, e não fico pasmo com as brigas em estádio alguns dias depois que ela aconteceu. Isso me faz pensar que violência é algo tão natural do ser humano, que já nos acostumamos a tê-la conosco, já nos familiarizamos com sua ausência e presença esporádicas.

também se fuderam!

também se fuderam!

Mas então o que seria do mundo sem a violência? Haveriam guerras? … claro que sim. Essas são sempre travadas por motivos muito mais econômicos, fazendo com que a falta de violência apenas nos deixaria mais piedosos (afinal de contas, eles poderiam ter jogado a bomba atômica desde o primeiro dia que a tinham …). Simplesmente não podemos, nem consiguiríamos fugir da violência por que, como qualquer outro sentimento, ela faz parte das raízes do nosso DNA, ela já determinou no passado nossa sobrevivência, não podemos apenas descartá-la. Não lembro qual o nome do filósofo muito famoso que disse que se deus não existisse, precisaria ser criado (nietzch, dalai lama, jesus … enfim), mas acho que podemos usar esse exemplo com a palavra que estamos estudando. Não consigo imaginar um mundo sem violência, o que seria do Diário Gaúcho? O que seria do Datena? Ah sim! Isso nos leva a outro patamar do nosso assunto.
Uma das coisas que nunca entendi, e continuo sem entender, é o por que de violência vender TANTO. Como já disse anteriormente, em Roma, gênios da engenharia antiga projetaram alçapões, elevadores, ergueram centenas de quilos de pedra e alinharam uma-a-uma, apenas para que? Ver gente ser comida por leões depois de estribuchar alguns prisioneiros. Na época do Coliseu, a maior de todas as diversões era reunir toda a família naquela linda tarde de domingo, e assistir um inesquecível banho de sangue, que seria comentado por toda semana seguinte, aos detalhes mais assombrosos, narrando pedaços de corpos de martíres cristãos, rostos rasgados … enfim, violência vendia pra CARAMBA.  Hoje em dia até mesmo o jornalismo, que tinha como objetivo mostrar a verdade ao povo, distorceu tudo, e muitos programas são verdadeiros matadouros, mostrando sem pudores coisas como “avô de noventa anos estupra e queima viva a neta de três anos” … isso é de um absurdo tamanho sabe por que? Eles fazem isso apenas para ter audiência, para vender.  Tanto o jornalismo esqueceu de onde veio, que hoje em dia temos professores de marketing e publicidade dando aulas de jornalismo, e eu espero não precisar dizer o tamanho dos vãos que existem entre um assunto e outro.
Para fugir do nosso passado, os historiadores decidiram separar então algumas eras, e, claro, chegaram à conclusão que uma das maiores cidades do mundo antigo, onde já existia encanamento, filosofia e arte das mais avançadas, era algo como “mundo antigo”, um meio caminho entre os povos bárbaros e o povo europeu “civilizado”. O povo civilizado, que apareceu alguns séculos depois, na Europa, tinham a violência e o medo como base de sua vida devido a “Idade das Trevas”, quando 1/3 da população foi dizimada por doenças causadas por falta de higiene (morreram por que vivivam na merda, literalmente …), as pessoas se mantinham trancafiadas em seus casebres, e qualquer coisa que se aproximasse trazia a doença, fazendo com que muitas mortes e assassinatos tenham acontecido na época por esse motivo. Os familiares de pessoas que morriam por alguma doença eram perseguidos e muitas vezes mortos, por que o povo tinha o evidente medo da contaminação. Logo em seguida, na idade média, a violência era sinal de poder, atear fogo em casas com toda a familia dentro era algo até heróico. Quanto mais violência, mais força. Hoje, em nossa democracia vivida em grande parte do mundo, juntamente com os direitos humanos e mais algumas leis que protegem os culpados, violência é sinônimo de barbarie, são chamados de animais aqueles que usam a violência como forma de linguagem, enquato muitos lucram em cima disso (democracia = capitalismo, não esqueçam), enquanto, na verdade, eles, em uma grande maioria, fazem o que é de sua natureza. Mais uma vez o ser humano tenta se distanciar dos macacos … pobres primatas que somos.
Acho que o único homem realmente contra a violência, homem que inclusive conseguiu dar independência ao seu país sem travar uma guerra ou conflito sequer, foi Gandhi …. na verdade também tem o Profeta Gentileza que, diga-se de passagem, é muito mais engraçado e brasileiro que o indiano.

Postagem rápida número #4 – Sexta Feira 13 (filme)

Fevereiro 19, 2009 NM 4 comentários

Cabeça cortada
Facão
Peitos femininos
Morte
Mais peitos femininos
Gente correndo
Jason caminhando e sempre chegando na frente das vítimas
Mais peitos
Mais mortes
Final estranho
Mais mortes.

Mas até que não é tão ruim.

Estátisticas: Jason matou 160 pessoas; Pendurou 85 de seus cadáveres em tetos ou árvores; Levou mais de 100 tiros, foi esfaqueado 26 vezes, levou 5 machadadas, foi atropelado por um trator (na verdade não era o Jason e sim um homem que se fez passar por ele na parte V) e um carro, soterrado por um telhado, foi atingido por vasos, um sofá, alguns pedaços de madeira, duas cadeiras, livros, uma estante, uma televisão, quebrou o pescoço no bote de Crystal Lake, foram fincados ao longo do seu corpo 15 barras de ferro,foi parcialmente queimado(por gasolina em freddy vs jason), levou uns 50 socos no rosto (parte 8), perdeu 4 dedos da mão direita,teve os dois olhos furados, foi afogado em água e lixo tóxico, foi explodido, foi criogenizado, foi enforcado , eletrocutado (por fio de poste e por trilho de metrô)… e sobreviveu.
(fonte Wikipédia)